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Ente, 2024, Óleo, acrílica e spray sobre tela, 160 x 120 cm. Foto_ Viktor Braga.jpeg

Acidum Project

Fortaleza, 2006

O Acidum Project é um duo de artistas, Terezadequinta e Robézio Marques, nascido na cidade de Fortaleza-CE. Seus trabalhos transitam pelos universos da arte contemporânea, urbanidades e raízes da tradição do Nordeste do Brasil. O Acidum vem consolidando um trabalho inconfundível atravessando a pintura, intervenções e instalações carregadas de simbolismo, que refletem o poder de sua natureza local e universal. Hoje, com o histórico de exposições por galerias em vários países.

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Arthur Siebra

Fortaleza, 2006

Licenciado e mestre em Filosofia (Ética e Filosofia Política) pela Universidade Federal do Ceará (UFC), com a seguinte dissertação: "Natureza e Modo de Vida no Cinismo Antigo". Doutorando em filosofia pela mesma instituição. Se dedica ao estudo de pinturas do período barroco (com ênfase em Rembrandt), o realismo russo (século XIX), e o movimento artístico-contemporâneo intitulado Kitsch, idealizado pelo pintor Odd Nerdrum (1944). Em sua obra, trabalha com temas referentes à condição humana sob uma perspectiva de composição clássico-realístico-simbólica no âmbito e em defesa da pintura figurativa enquanto pintura democrática.

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Bárbara Banida

Fortaleza, 2006

Bárbara Banida é transartista, escultora, performer e gestora cultural que pesquisa as relações entre criação em arte contemporânea, transgressão de gênero, performance, percursos da violência, pintura e ecologia do Fim do Mundo, com foco em hibridismo entre linguagens artísticas.

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Canttídio

Fortaleza, 2006

Canttidio Brasil é um pintor independente, alheio aos modismos superficiais, caminhando em sua própria trilha artística. Artista plástico, atuante produtor cultural, carnavalesco, Sócio fundador do "MARACATU CORTE IMPERIAL", simplesmente "IMPERIAL", Afoxé "OBATALÁ", Bloco Carnavalesco "AMANTES DA LUA e pesquisador, cujo trabalho está intimamente relacionado ao Patrimônio Imaterial, à Religiosidade, à Cultura Tradicional Popular, à Cultura Afro Brasileira e à Cultura Negra do Estado do Ceará.

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Charles Lessa

Fortaleza, 2006

Charles Lessa é um artista visual que reside e trabalha em Crato, Ceará. Sua prática artística é um espaço de experimentação, onde ele cria ficções através da pintura figurativa, dando vida a personagens que descreve como "convulsivamente belas e debochadas". Ele explora a estética da arte popular em diálogo com a arte contemporânea, criando narrativas que reivindicam uma nova infância na fase adulta. As imagens de Charles também são marcadas por um forte apelo gráfico, evidente na disposição dos elementos e no uso das cores, além de apresentarem frequentemente uma camada erótica que é, ao mesmo tempo, inusitada e bem humorada.

Cristina Vasconcelos, Norte instável 2, uma cartografia metafísica, 2025, Carvão, grafite, ferrugem, óxidos de ferro, barro, óleo de linhaça, tinta látex branca sobre tela, 140 x 280 cm, Foto de Wilton Martins.jpeg

Cristina Vasconcelos

Fortaleza, 2006

Cristina Vasconcelos é Cearense e desenvolve uma poética investigativa sobre incidentes envolvendo territórios e a dimensão sócio-política do espaço. A artista joga luz para as bordas dessas histórias, buscando em fragmentos físicos e documentais matéria para a construção de narrativas visuais, atualizando eventos e expondo linhas de força que relacionam local e global.

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Gi Monteiro

Fortaleza, 2006

Gi Monteiro é artista visual, arte educadora e historiadora. Articula suas práticas em torno do desenho e de seus (im)possíveis desdobramentos, tendo a fuga e a opacidade como zona de força e orientação em sua poética. Graduanda em História pela Universidade Estadual do Ceará, integrou o Laboratório de História e Arte (LEAH). Participou dos Percursos em Audiovisual e Artes Visuais, pela Porto Iracema das Artes. Atua como arte educadora na Pinacoteca do Ceará, assim como atuou na equipe educativa do Museu de Arte Contemporânea do Ceará (MAC-Dragão). Integrou exposições coletivas, tais como Vizinhanças (2023) e Delírio Ardente (2024).

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Jane Batista

Fortaleza, 2006

Jane Batista é uma fotógrafa, performer e poeta brasileira. Seu olhar sobre si mesma é repleto de fantasia e revela seus sonhos, desejos, medos e também sua realidade. A artista usa seu próprio corpo e se cobre com objetos de sua vida cotidiana na forma de adornos, camadas, que muitas vezes adicionam um verniz simbólico ao seu trabalho. Dessa forma, ela monta uma semântica que explora noções de raça, história e representação.

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Júlio Jardim

Fortaleza, 2006

Julio Jardim, escultor e ceramista é natural de Fortaleza (CE) nasceu no bairro do Pirambu. Inspirado no movimento artístico em torno do pintor Chico Da Silva, quando criança, morando em frente da casa do pintor no bairro do Pirambu, teve um despertar para a arte. Por meio do seu processo criativo, o artista aborda a questão da natureza metamorfoseada inspirada pela herança do pintor Chico da Silva com a representação da fauna e flora imaginárias e um olhar atendo as formas, texturas, volumes e cores da natureza.

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Letícia Façanha

Fortaleza, 2006

Letícia Façanha, cearense, graduada em Arquitetura e Urbanismo, possui recente trajetória nas artes visuais, explorando o desenho e a pintura em variados suportes, tais como telas, vidros, papéis e paredes. Atualmente suas produções convidam ao pensamento existencialista e às poéticas relacionadas à visão, à memória e ao desejo. Dedica-se à experimentação das cores, ao baixo valor tonal e aos efeitos luminosos, evocando apagamentos, sentimentos e sonhos.

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Navegante Tremembé

Fortaleza, 2006

Navegante é mulher indígena tremembé 60+, da aldeia Varjota, de Itarema, que há quase 40 anos retrata a sua cultura por meio de pinturas com o Toá, que é um pigmento natural extraído do solo do mangue, com cores produzidas por camadas geológicas formadas há milhões de anos na Terra. Esses pigmentos carregam consigo não apenas a materialidade da terra, mas também a conexão espiritual com o território e a memória do povo Tremembé. Em suas pinturas, vemos paisagens ancestrais onde diferentes seres vivos co-habitam o plano em um forte estado de harmonia, fazendo com que seus trabalhos se tornem arquivos e patrimônios da Terra. Navegante é uma guardiã dos saberes ancestrais de seu povo. A artista é profundamente comprometida em transmitir esse conhecimento às futuras gerações, trabalhando com jovens nas escolas indígenas.

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Nicolle Rocha

Fortaleza, 2006

Nicolle Rocha é artista cuja pesquisa se desenvolve principalmente através da aquarela, pesquisando relações entre geometria, intuição e percepção do invisível. Em suas pinturas, a artista investiga formas universais presentes na natureza e em diferentes tradições filosóficas, criando composições geométricas fluidas nas quais círculos, elipses e intersecções funcionam como diagramas sensíveis de conexão entre matéria, energia e pensamento. Seu processo é marcado pela experimentação e pela escuta intuitiva do comportamento da água e do pigmento, permitindo que as imagens emerjam de forma orgânica. Suas obras operam como mapas poéticos que investigam correspondências entre micro e macrocosmo e a possibilidade de comunicação entre diferentes dimensões da realidade. 

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Rita Lessa

Fortaleza, 2006

Rita Lessa é uma artista que une pintura e escrita em uma prática intensa e contínua, explorando diversos suportes. Sua obra transforma o cotidiano em experiências poéticas, com linguagem própria e expressiva. Influenciada por encontros marcantes, cria trabalhos que revelam o “avesso” das coisas, guiados pela urgência e pela busca da verdade.

Sérgio Gurgel, Ramo, 2024, Carvão sobre toalha de rechilieu, 105 x 145 cm.jpeg

Sérgio Gurgel

Fortaleza, 2006

Sérgio Gurgel é um artista visual brasileiro cuja obra se destaca pela profundidade conceitual e pela exploração de temas como velhice, abandono e sensualidade. Sua trajetória artística é marcada pela busca de novas formas de expressão, utilizando objetos do cotidiano e novas
mídias para provocar reflexões sobre a condição humana.
A obra de Gurgel é multifacetada e se manifesta em diferentes formatos, incluindo instalações, esculturas e trabalhos em mídias digitais. Ele utiliza objetos encontrados e materiais reciclados, que não apenas refletem uma
preocupação ambiental, mas também evocam memórias e histórias. Essa escolha de materiais é uma forma de resgatar o passado e dar nova vida a coisas que muitas vezes são descartadas pela sociedade.

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Telma Gadelha

Fortaleza, 2006

Artista visual. Telma Gadelha nasceu na Bahia, cresceu no Ceará, vive e trabalha no Rio de Janeiro, tendo a pintura como meio. Tem formação na Escola de Artes Visuais do Parque Laje (RJ), Escola Massana (Barcelona), Ateliê do Mundo Novo (RJ), Ateliê Fred Carvalho (RJ), Escola Sem Sítio (RJ), grupo de acompanhamento com Efraim Almeida (RJ), dentre outros. Diversas questões passam por seus trabalhos: a convulsão da cidade, questões ambientais, festejos populares. Por ocasião da pandemia de Covid, produziu uma série extensa de pequenos retratos de indivíduos utilizando as chamadas máscaras de proteção no que veio constituir a série Todos Nós, Contraforte. Desde 2022, uma imersão no Cariri cearense, convivendo com os ritos, manifestações e mestres da cultura popular deu corpo à série Guerreiros, Cães e Reis, que transbordou na série Milagres do Povo, Deuses sem Deus não cessam de brotar, movida pelas relações entre sagrado e profano, tradição e contemporâneo.

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